prosa

Nunca diga nunca

Nunca diga nunca



por Dilma Castro Oliveira


No entanto no futuro se ele for real minha vida seria mais que perfeita.


Eu já havia aprendido que não se deve dizer nunca pra qualquer coisa, mas pra gostar ou amar eu achei que estivesse vacinada.
Ó meu Deus! Ou o vírus foi mais forte ou a vacina estava vencida. Não é que havia uma faisquinha de nada e a danada se acendeu.
Se eu pudesse dizer em formas e tempos verbais, diria que seria o indicativo de algo bom, porém no imperfeito do subjuntivo se fosse um amor não correspondido, no futuro do pretérito eu ficaria decepcionada.
No entanto no futuro se ele for real minha vida seria mais que perfeita. Então o que farei no futuro próximo, morrerei de amor ou verificarei se é possível sermos felizes no presente?
E isto é algo que farei e contarei a vocês, com certeza.