PERFIL

Saiba um pouco mais sobre os autores e escritores do Grebal

Elimar Gomes da Cunha

Escritor

ELIMAR GOMES DA CUNHA é natural de Barra Mansa, nascido em março de 1965. Ainda nos primeiros anos de vida seus pais se mudariam para Volta Redonda, onde teria os primeiros acessos às letras, ensino primário, médio e um curso técnico de eletrônica no Colégio Volta Redonda. Casado com uma professora, formada em Pedagogia, e pai de duas filhas. Aos 12 anos sua mãe foi consultada se não o deixaria prestar serviços em uma alfaiataria, mulher de educação do interior de Minas Gerais, professora-prática, preocupada com as companhias e ciente da influência do trabalho, ali talvez visse traçada, na década de 70, sua futura profissão, conquanto o bairro Ponte Alta tivesse à época quatro alfaiatarias na rua de sua residência. Manteve durante 20 anos seu atelier no Centro de Barra Mansa, e hoje seu atendimento é personalizado devido a uma tendência de mercado. Família de quatro filhos, sendo o segundo da prole, tinha o irmão mais velho, hoje na América, o gosto pelos antigos bolsilivros de faroeste, o qual mantinha uma significativa coleção guardada em uma caixa, a princípio por curiosidade buscou um desses fascículos, que o empolgara, devorando toda a coleção. O que facilitou a participação e o segundo lugar em dois concursos escolares promovidos à época pela secretaria de educação. O livro que marcou sua infância foi um clássico da literatura mundial: Assassinato no Orient Express, de Agatha Christie, que mexeu com sua imaginação. De lá pra cá sempre foi um amante das letras, sem preferências por estilos, muito eclético, perpassa de colunas de jornais ao bestseller de James C. Hunter: O monge e o executivo, e o intrigante e do qual é assíduo leitor de artigos, o sociólogo polonês Zygmund Bauman, tendo como primeiro contato: O amor líquido. Tem preferência por textos sobre economia, política e os que dão margem aos debates voltados à sociologia. Participa de oficinas e cursos voltados ao mundo das letras. Participou do concurso Prosa e Verso XIX, do GREBAL.

Prosas

Ave, café!!